APÓSTOLO
Grego: ἀπόστολος (apostolos) | G652
81 ocorrências: Mt 10:2; Mc 6:30; Lc 6:13; 9:10; 11:49; 17:5; 22:14; 24:10; Jo 13:16; At 1:2,26; 2:37,42,43; 4:33,35,36,37; 5:2,12,18,29,34,40; 6:6; 8:1,14,18; 9:27; 11:1; 14:4,14; 15:2,4,6,22,23,33; 16:4; Rm 1:1; 11:13; 16:7; 1Co 1:1; 4:9; 9:1,2,5; 12:28,29; 15:7,9; 2Co 1:1; 8:23; 11:5,13; 12:11,12; Gl 1:1,17,19; Ef 1:1; 2:20; 3:5; 4:11; Fp 2:25; Cl 1:1; 1Ts 2:7; 1Tm 1:1; 2:7; 2Tm 1:1,11; Tt 1:1; Hb 3:1; 1Pe 1:1; 2Pe 1:1; 3:2; Jd 17; Ap 2:2; 18:20; 21:14.

A palavra grega apostolos, usualmente transliterada para o português como “apóstolo”, vem do verbo ἀποστέλλω (apostéllō), que significa "enviar com uma missão". Portanto, “apóstolo” significa alguém enviado com autoridade para cumprir determinada missão.1 Eis o motivo pelo qual os doze primeiros discípulos que Jesus escolheu para serem capacitados por ele e enviados a pregar o evangelho, curar enfermos e expulsar demônios foram chamados de apóstolos.

No entanto, “apóstolo” não se tratava de um título eclesiástico, e certamente o Senhor nunca desejou que assim fosse entendido.2 Não há uma só ocorrência do vocábulo “apóstolo” na frente do nome de qualquer um dos Doze. Ao invés disso, o próprio termo grego apostolos é raro na maioria dos Evangelhos. Em Mateus, Marcos e João, por exemplo, apostolos ocorre apenas nas seguintes passagens:

“E, chamando os seus doze discípulos, deu-lhes poder sobre os espíritos imundos, para os expulsarem, e para curarem toda a enfermidade e todo o mal. Ora, os nomes dos doze enviados são estes...”
Mateus 10:1,2

“Chamou a si os doze, e começou a enviá-los a dois e dois, e deu-lhes poder sobre os espíritos imundos. [...] E os enviados ajuntaram-se a Jesus, e contaram-lhe tudo, tanto o que tinham feito como o que tinham ensinado.”
Marcos 6:7,30

“Na verdade, na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou.”
João 13:16

Nas ocorrências acima de Mateus e Marcos o grego apostolos foi propositalmente traduzido como “enviados” para que se perceba o seu sentido original. Mas não houve necessidade alguma de se fazer alteração em João, pois a única ocorrência de apostolos neste Evangelho já aparece traduzido como “enviado” na maioria das versões em português.3

Mesmo nos escritos de Lucas, onde o grego apostolos ocorre por seis vezes no Evangelho e trinta vezes em Atos, não há uma só ocorrência desse termo como um título, ou seja, antecedendo o nome de qualquer um dos enviados do Senhor. O mesmo acontece em todos os demais escritos do Novo Testamento, onde, por exemplo, Pedro nunca é chamado de “apóstolo Pedro”, ou João de “apóstolo João”.4 Nem mesmo Paulo, que reivindicava ser reconhecido como apóstolo, ou seja, como alguém diretamente enviado pelo Senhor, não chamava a si mesmo de “apóstolo Paulo”. Sua reivindicação não era por um título, mas apenas pelo reconhecimento do seu apostolado, ou seja, de ele ter visto o Cristo ressurreto e ter sido por ele enviado (p.ex.: Gl 1:1,17; 2:8; 1Co 9:1,2; 15:9; 2Co 1:1; 11:5; 12:11,12; Rm 1:1,5).

Os primeiros apóstolos, evidentemente, são os doze discípulos escolhidos por Jesus, aos quais ele capacitou com o Espírito Santo para enviá-los a pregar o evangelho, curar enfermos e expulsar demônios (Mt 10:1-5; Mc 6:7; Lc 9:1,2). No entanto, após a morte e ressurreição de Cristo, a definição de um apóstolo do Senhor passou também a designar alguém que testemunhou (viu) o Cristo ressurreto (At 1:22; 2:32; 4:33), sendo por ele enviado e capacitado com poder para pregar o evangelho (At 5:12; 9:27; 2Co 12:12).

Neste sentido, outros também foram reconhecidos como apóstolos após a ressurreição de Cristo, seja porque Jesus lhes apareceu ressurreto e os convocou para dar testemunho da sua ressurreição, (como no caso de Paulo e, possivelmente, de Tiago, irmão de Jesus), seja porque alguma igreja os enviou em missão, entendendo que o Senhor os estava separando e capacitando para o ministério apostólico – isto é, o ministério de ir adiante dando testemunho da ressurreição de Jesus Cristo, e proclamando-o como único Senhor e Salvador. Isso no faz compreender por que Barnabé, o qual não foi inicialmente chamado de apóstolo (At 4:36,37), posteriormente foi reconhecido como tal (At 14:14), pois que também havia sido enviado juntamente com Paulo em missão pela igreja em Antioquia (At 13:2-4).

É interessante notarmos que o autor da Epístola aos Hebreus refere-se ao próprio Jesus Cristo como apóstolo, provavelmente no sentido de ele ter sido enviado em missão pelo Pai (Hb 3:1). Visto por este ângulo, João é o que mais enfatiza o apostolado de Cristo, afirmando por diversas vezes que o Pai o enviou (Jo 3:17; 5:36-38; 6:29,44,57; 7:29; 8:18,42; 10:36; 11:42; 12:49; 14:24; 17:3,8,18,21,23,25; 20:21). Devemos lembrar que este enviar é o grego apostéllō, verbo do qual provém o substantivo apostolos.

Em Efésios 2:20, os apóstolos, juntamente com os profetas, são mencionados como “fundamento da igreja”, sendo Jesus Cristo a “pedra angular” desta edificação. Tal comparação tem o propósito de nos lembrar que em toda construção há somente uma fundação, cuja pedra angular serve para unir e estabilizar as paredes que serão levantadas sobre ela. Porém, tanto a pedra angular quanto a fundação nunca mais serão lançadas, pois que formam a base da edificação. Por isso Paulo afirmou que “ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo” (1Co 3:11). Sendo assim, os apóstolos serem também chamados de “fundamento da igreja” significa apenas que eles transmitiram a doutrina de Cristo com fidelidade. Ou seja, a doutrina de Cristo, ensinada pelos apóstolos e “cristalizada” por escrito, principalmente nos Evangelhos, não pode ser alterada.5

A seguir, veremos outros discípulos de Cristo que também foram chamados de apóstolos, direta ou indiretamente, mas que não faziam parte dos Doze que inicialmente Jesus escolhera para enviar em missão.

Matias (At 1:26)
Após a morte de Judas Iscariotes (Mt 27:5; At 1:18), um discípulo chamado Matias foi escolhido para ocupar o seu lugar (At 1:15-26). Isso parece indicar que o grupo dos primeiros apóstolos já era conhecido como os Doze, de modo que essa substituição teria sido necessária para que assim eles pudessem continuar sendo chamados. Alguns consideram que houve precipitação na escolha, argumentando que melhor seria os apóstolos terem aguardado pela descida do Espírito Santo, ocorrida em Atos 2, para somente depois tomarem alguma decisão. Não nos cabe julgar, mas o fato é que Matias nunca mais será mencionado no livro de Atos, ou em qualquer outra parte do Novo Testamento. Porém, ao tomar lugar “com os onze apóstolos” (At 1:26) Matias também foi considerado apóstolo.

Paulo (At 14:14)
Com exceção de Atos 14:14, em todas as demais ocorrências do NT é o próprio Paulo que chama a si mesmo de apóstolo, embora nunca como um título colocado diante do seu nome, mas apenas reforçando o seu apostolado (Rm 1:1; 11:13; 1Co 1:1; 4:9; 9:1,2,5; 15:9; 2Co 1:1; 12:12; Gl 1:1,17; Ef 1:1; Cl 1:1; 1Ts 2:7; 1Tm 1:1; 2:7; 2Tm 1:1,11; Tt 1:1). Isso demonstra o quanto Paulo, inicialmente chamado Saulo, necessitava enfatizar que havia sido chamado e enviado pelo Senhor a pregar o evangelho, tendo em vista a suspeita que pairava sobre ele devido ao seu passado como perseguidor da igreja (At 9:26,27; 1Co 15:8-10).

Barnabé (At 14:14)
Na única ocorrência do livro de Atos em que Paulo é chamado de apóstolo, Barnabé também está incluído, pois ambos foram enviados pelo Espírito Santo em missão (At 13:2-4). Mas é interessante notar que, com exceção de Atos 14:14, Lucas preferiu enfatizar principalmente os Doze como apóstolos, tanto no Evangelho, quanto em Atos. Provavelmente agiu assim por precaução, devido aos falsos apóstolos que começavam a surgir, e a respeito dos quais Paulo alertava (2Co 11:13).

Tiago, irmão de Jesus (Gl 1:19)
Embora inicialmente os irmãos de Jesus não cressem nele (Jo 7:5; Mc 3:21), em Atos 1:13,14 seus irmãos são citados na companhia dos apóstolos. Ora, sabemos que ao menos Tiago foi um dos irmãos de Jesus a quem Cristo apareceu após a sua ressurreição (1Co 15:7). Podemos assim supor que Tiago tenha testemunhado aos seus irmãos, os quais também vieram a crer. O fato de o Cristo ressurreto ter aparecido a Tiago certamente foi o que fez com que ele também fosse considerado um apóstolo (Gl 1:19) e, por ser irmão carnal do Senhor, viesse a ter proeminência junto aos doze (At 15:1-21).

Andrônico e Júnia (Rm 16:7)
Ao declarar que Andrônico e Júnia “se distinguiram entre os apóstolos”, Paulo possivelmente os está incluindo entre os que viram o Senhor ressurreto e que também passaram a dar testemunho da sua ressurreição.

Silvano (Silas) e Timóteo (1Ts 2:6, cf. 1:1)
Silvano (forma latina do nome Silas) participou juntamente com Timóteo da viagem missionária em que Paulo implantou a igreja em Tessalônica (cf. At 15:40 – 16:1-3; 17:1-4). Silvano e Timóteo são indiretamente mencionados como apóstolos em 1Ts 2:6, pois seus nomes aparecem como remetentes desta carta, juntamente com Paulo. Interessante notar que eles são chamados de “apóstolos de Cristo”, o que enfatiza a certeza que tinham de terem sido enviados pelo Senhor.

Epafrodito (Fp 2:25)
Há dúvida se Paulo estava mesmo chamando Epafrodito de apóstolo, ou se apenas usou o termo grego apostolos para mencionar Epafrodito como enviado pela igreja de Filipos.6 Seja como for, o termo grego apostolos foi utilizado para se referir a Epafrodito, de modo que não podemos desconsiderar a hipótese de ele ter exercido um apostolado, ainda que somente no sentido de ter sido enviado em missão pela igreja em Filipos.

Apóstolos anônimos (Lc 10:1,17; 1Co 15:7; 2Co 8:23)
É provável que outros discípulos reconhecidos como apóstolos (enviados) não tiveram os seus nomes mencionados no Novo Testamento. Primeiramente, a maioria dos setenta discípulos que Jesus enviou (apostéllō) de dois em dois (Lc 10:1,17). Devemos dizer a maioria porque é provável que alguns dos nomes acima mencionados tenham feito parte dos setenta enviados, sendo este provavelmente o caso de Matias e Barnabé. O segundo caso é a declaração que Paulo faz do Cristo ressurreto ter sido visto por “todos os apóstolos”, mas havendo já mencionado sua aparição aos doze (1Co 15:5-7), indicando que além dos doze haviam também outros apóstolos que viram o Cristo ressuscitado. A terceira ocorrência, em 2 Coríntios 8:23, é mascarada nas versões em português, nas quais geralmente o grego apostolos aparece traduzido como “mensageiros”, ao invés de “enviados”. Se nesta passagem Paulo estiver se referindo mesmo a apóstolos, ele se refere a dois irmãos em Cristo, “apóstolos das igrejas”, o primeiro mencionado em 2Co 8:18, e o segundo no versículo 22, mas cujos nomes não foram especificados.

Conclusão
Podemos concluir que, originalmente, o termo apóstolo indicava simplesmente alguém que estivesse no cumprimento de alguma missão para qual havia sido enviado. Tendo em vista que os primeiros discípulos enviados por Jesus em missão foram os Doze que ele mesmo escolheu “para que estivessem com ele e os enviasse (apostéllō) a pregar” (Mc 3:14) o termo “apóstolo” apegou-se aos Doze quase como um sinônimo. Porém, muitos outros também foram enviados pelo Senhor em missão, tanto diretamente, como no caso dos setenta (Lc 10:1,17) e de Paulo (At 26:13-18), seja indiretamente, como no caso de irmãos que certas igrejas enviavam em missão evangelística (At 13:2-4 e 14:14; 2Co 8:23; Fp 2:25; 1Ts 2:6). Portanto, o sentido original de “apóstolo” nada tem a ver com cargo hierárquico, mas apenas designa o exercício de um chamado missionário específico, algo que não autoriza alguém a se rotular como “apóstolo”, pois tal termo nunca se tratou de um título eclesiástico.


Notas

1. “A ideia de apóstolo era a de um enviado específico para uma determinada missão cuja autoridade dependia de quem o enviara. Assim como o expedicionário militar, não era um cargo duradouro, mas uma função temporária.” CAVALLARI, Marcelo Musa. Os Evangelhos: Uma Tradução. 1ed. SP: Ateliê Editorial, Mnema, 2020, p.177. “Só quando os Doze retornam da missão temporária para a qual Jesus os havia enviado, Marcos a usa, uma única vez em seu evangelho: ‘os apóstolos reuniram-se a Jesus’ (6:30). O sentido aqui é simplesmente ‘os enviados em missão que dela estão retornando’. Uma vez concluída a missão, o termo desaparece em Marcos. Da mesma forma, a única vez que Mateus o usa em seu evangelho é no começo do discurso missionário, quando Jesus se prepara para mandar os Doze em sua missão limitada a Israel (10:2). Portanto, em ambos os Evangelhos, ‘apóstolo’ é puramente um termo ad hoc, indicando uma função temporária que os Doze desempenham; eles são apóstolos apenas quando estão de fato fora, em missão.” MEIER, John P. Um Judeu Marginal: repensando o Jesus histórico, vol.3, livro 1. 1ed. Rio de Janeiro: Imago Ed., 2003, p.138.

2. “Os apóstolos certamente foram equipados por Jesus com plena autoridade como Seus embaixadores; ao mesmo tempo, todavia, eles receberam a rigorosa ordem de não proclamarem-se como governadores mas como servos, exatamente como o próprio Mestre...” BRUNNER, Emil. O Equívoco Sobre a Igreja. 1ed. São Paulo, SP: Fonte Editorial, 2008, p.38. Comprovações:

“Vós, porém, não queirais ser chamados Rabi, porque um só é o vosso Mestre, a saber, o Cristo, e todos vós sois irmãos. E a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus. Nem vos chameis mestres, porque um só é o vosso Mestre, que é o Cristo. O maior dentre vós será vosso servo. E o que a si mesmo se exaltar será humilhado; e o que a si mesmo se humilhar será exaltado.”
Mateus 23:8-12

“E houve também entre eles contenda, sobre qual deles parecia ser o maior. E ele lhes disse: Os reis dos gentios dominam sobre eles, e os que têm autoridade sobre eles são chamados benfeitores. Mas não sereis vós assim; antes o maior entre vós seja como o menor; e quem governa como quem serve. Pois qual é maior: quem está à mesa, ou quem serve? Porventura não é quem está à mesa? Eu, porém, entre vós sou como aquele que serve.”
Lc 22:24-27

3. Se a maioria dos tradutores utilizassem no Evangelho Segundo João o mesmo critério que foi utilizado para o grego apostolos nos demais Evangelhos, ou seja, o critério da transliteração, sua única ocorrência em João apareceria da seguinte maneira:

“Na verdade, na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o apóstolo maior do que aquele que o enviou.”
João 13:16

Traduzido dessa maneira, o versículo acima revela mais enfaticamente que nenhum apóstolo poderia estar acima de Jesus, o que significa que nenhum apóstolo poderia distorcer, diminuir ou ir além da doutrina de Cristo. Logo, se houver qualquer aparente contradição entre algum ensinamento apostólico em relação ao que Jesus ensinou, a doutrina de Cristo é a que sempre deve prevalecer.

4. Assim como “apóstolo” não se trata de um título, o mesmo podemos afirmar quanto aos termos “bispo, presbítero, pastor, mestre, evangelista e diácono”. Não há uma só ocorrência no Novo Testamento em que o nome de alguém seja precedido por essas designações. Isso indica que todos se consideravam igualmente como irmãos, tal como Jesus nos ensinou (Mt 23:8-12; Lc 22:24-27). Eles reconheciam que havia diferentes dons e funções, mas compreendiam que isso não lhes colocava em posições de maior ou menor relevância, pois todos eram igualmente necessários no corpo de Cristo (1Co 12:22-27).

5. “Com a extinção da existência física dos apóstolos uma coisa é deixada em herança por eles, a qual será útil e de fato necessária como uma norma e pedra de toque crítica de tudo quanto reivindica autoridade na comunidade, a saber, sua palavra escrita. [...] Após a morte dos apóstolos, o ofício apostólico retém seu valor apenas de um modo: como provendo a norma da tradição fundamental agora escrita, do testemunho fundamental, aquele do Novo Testamento.” BRUNNER, Emil. O Equívoco Sobre a Igreja. 1ed. São Paulo, SP: Fonte Editorial, 2008, p. 34 e 39

6. Há versões que traduzem apostolos em Filipenses 2:25 como “mensageiro”, algo que só poderia ocorrer se o termo grego fosse ángelos. Porém, utilizando neste versículo o critério da transliteração para o grego apóstolos, lemos o seguinte:

“Julguei, contudo, necessário mandar-vos Epafrodito, meu irmão e cooperador, e companheiro nos combates, e vosso apóstolo para prover às minhas necessidades.”

Isso ocorre porque “Paulo também fala de ‘apóstolos das igrejas’, possivelmente emissários ou missionários mandados pelas igrejas locais para tarefas particulares (2Co 8:23; Fp 2:25).” MEIER, John P. Um Judeu Marginal: repensando o Jesus histórico, vol.3, livro 1. 1ed. Rio de Janeiro: Imago Ed., 2003, p.139.

Autor: Seguidor de Cristo sem rótulo denominacional, pesquisador independente do Novo Testamento e da história do cristianismo, autodidata, dedicado a ensinar o evangelho e compartilhar meus conhecimentos gratuitamente, sem qualquer barreira e influência institucional. Porém, não sendo assalariado, admito necessitar de ajuda para prosseguir nessa missão, seja para realizar viagens missionárias de apoio a congregações, seja para investir na compra de livros e equipamentos para melhoria na gravação dos vídeos de ensino. Sendo assim, agradeço muito se puder apoiar o meu trabalho, seja com uma doação pontual ou mensal. Assim poderei continuar me dedicando a pesquisar e compartilhar minhas descobertas, bem como as conclusões a que tenho chegado. Imensa gratidão!
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